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28 dez Tô pronta pra você, ano novo!

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Nem de longe eu imaginava que 2016 seria esse vendaval que foi na minha vida. Nem de longe! Eu era um caco de vidro caído no asfalto e ainda correndo o risco de um carro passar por cima. E não era amor, o que me sobrava? Eu sabia que não era, mas ainda assim buscava respostas. Era uma dosezinha de amor-próprio que a carência afetiva camufla, mas que uma hora a gente enxerga!

 

Que 2016 importante, viu?! Ano par, intensidade ímpar! De crescimento, na marra, mas também na manha! De desconstrução total de quem acreditava ser e descoberta do que sou! Silenciando mais, entendendo menos, e concordando com quase nada! Um ano EGOÍSTA, onde muita gente me desconheceu, mas EU me achei!

 

Escolhas e consequências, juntinhas! Poucas explicações e nenhuma satisfação! A nada, nem a ninguém! Desentendimento total com quem fui! Paixão! PAIXÃO! Muitos quilômetros na conta, inúmeros roteiros e incontáveis histórias. Bons momentos na segunda, vinho na terça, uma pequena viagem na quarta só pra contrariar a sensatez da vida!

 

E o melhor de tudo, é que hoje eu sei que ninguém mais precisa saber de tudo! “Viver é urgente”, escrevia por aí, até perceber que gastava ali a minha própria energia! “VIVER É MELHOR QUE SONHAR”, aprendi esse ano! E ele ainda neeeem acabou…

14 dez Sobre os amores desesperados

 

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Perdi as contas de quantas vezes já li “Comer, Rezar e Amar”, de Elizabeth Gilbert, aquela romancista e biógrafa norte-americana que decide sair de um casamento infeliz, da sua própria zona de conforto, e partir em busca de si mesma. Particularmente acho que ela tem uma visão fantástica sobre as coisas que acontecem ao seu redor e as pessoas que cruzam o seu caminho. Dentre tantas passagens interessantíssimas, há uma em que ela fala dos amores desesperados, aqueles em que A quer tanto encontrar B que vê características no alfabeto todo, deposita todas as suas expectativas e, claro, se decepciona.

 

Concordo, mas acho que o amor desesperado vai além.  É pequeno, infeliz e dolorido. Uma doença da alma, que tem a capacidade de nos tirar, inclusive, o discernimento. E não precisa ser psicólogo ou investigador profissional para diagnosticar um desesperado amoroso. Em tempos de relações rasas, é grande o número de pessoas que se atiram ao primeiro relacionamento que aparece porque simplesmente não conseguem ficar sozinhas. Ou acham que solitude (favor não confundir com solidão) é sinônimo de fracasso.

 

Não acredito em fórmula para a felicidade, nem acho que tempo seja de fato sinônimo de estabilidade, mas algumas pessoas pecam pelo excesso de tentativas. Conflituosas com elas mesmas, travam uma busca incessante por um colo macio para repousar. Não pensam em si, no que as fazem felizes, e possuem uma carência desesperada de olhar ao redor com quatro lentes, sejam elas de quem for. Mudam conforme o parceiro e quando ficam sozinhas, se procuram e não se acham, adentrando num redemoinho sentimental de precisar ter alguém ao lado para possuir chão.

 

Eu acredito no amor e acho que ele pode aparecer a qualquer momento, para qualquer pessoa. Que a vontade de expor pode vir junto, que a necessidade de gritar aos quatro cantos é natural e que não há razão que segure um caloroso coração. Só não acredito no excesso e no sentimentalismo barato. Se uma mulher se apaixona desesperadamente por um cara por mês, e deposita ali todas as suas expectativas de uma relação a dois, desculpa, mas ela não te ama. Ela só não tem amor-próprio!

 

P.S.: Não lembro exatamente quando escrevi esse texto, mas adorei encontrá-lo em meus arquivos…

10 dez Repensando 2016 e programando 2017: faz bem e a gente gosta

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Embora par, 2017 foi um ano ímpar para mim. Cheio de desafios, cheio mesmo, mas um ano de muito amadurecimento e evolução pessoal. Conto nos dedos os dias em que chorei por bobagem, mas sei que foram muitos os dias em que levantei, coloquei um sorriso no rosto e saí para fazer acontecer a minha própria história. Tudo muda quando a gente entende que é responsável pelo que nos envolve, dos dias bons aos ruins. Na marra, mas também na manha (aprendendo a silenciar mais), talvez um dos anos mais importantes, e essas coisinhas só a gente sabe, só a gente sente…

 

Vocês já devem ter percebido que réveillon virou pauta certa aqui, né? Bendita hora que inventaram essa história de recomeçar! Recomeçam os dias, as semanas, os meses e o ano nos traz uma sensação de alívio pelo que foi (ou ficou), e expectativa pelo que virá. É como diz a canção: “…e o coração fica feliz…”

 

Aqui na Bahia vai ter festa para todos os gostos! Desde dias mais calmos, em Boipeba, a festas mais agitadas, como em Barra Grande, Maraú, Porto Seguro e outras, como já estou mostrando. Salvador também promete, até porque Netinho é barril dobrado, e aí já viu, né? Não deixa perder pra cidade nenhuuuuma… hahahhahahaah

 

Vou alternar os temas, devagarinho, afinal nem todo mundo está na vibe de festa ou de  comemorações, mas vou logo avisando que tenho uma porrada de coisas pra mostrar, tá? Naquela velha caminhada nossa, do senta que lá vem história!

 

Volte sempre!

 

10 nov Feijão com estilo

 Depois de um bom tempo de espera, começar a minha coluna com as dicas de looks para o #feijãocolanamanu é  uma grande alegria, afinal  a festa  está movimentando toda a cidade, principalmente as mulheres que querem arrasar no dia 19 ao  som de AD SAMBA  e Rian Girotto e Henrique. A festa será bastante colorida, e a sugestão de looks total white foi a combinação perfeita para fazer o primeiro #feijãocolanamanu um evento lindo e que entrará para o calendário de Itabuna e região. Como em todos os eventos #colanamanu o público é bastante variado, selecionei propostas  para inspirar mulheres de diferentes idades e estilos.Com um toque de cor seja nos acessórios ou nos sapatos, com jeans ou tecidos mais fluidos  o importante é entrar no clima da festa com a escolha que mais imprima sua personalidade para curtir com toda a alegria que a festa pede…. Então vamos aos looks ?

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09 nov Contagem regressiva pro Feijão Cola Na Manu

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Os amigos já estavam cobrando uma festa diferente do arraiá e eu já tava com ela desenhadinha na minha cabeça, mas alguns contratempos me fizeram adiá-la. Quando pensei no primeiro Feijão Cola Na Manu, eu só tinha uma certeza: de mais do mesmo a gente já anda cheio. Não é possível que todas as cidades (inclusive menores) consigam fazer algo de qualidade, que empolgue a todos, menos a gente aqui em Itabuna. Começo a visualizar duas coisas acontecendo e que me enchem de orgulho (eu e meu grupo todo): uma turma boa que mora fora vindo reencontrar os amigos daqui. A segunda é a corrida da mulherada por looks brancos. É obrigatório? Não, é sugestão, mas tô vendo e ouvindo o zum-zum-zum, e acho o máximo!

Sábado que vem, no Melão e Melão Melancia (Bairro São Judas), às 13h, nós temos um encontro marcado. O primeiro Feijão Cola Na Manu será dividido em dois momentos distintos e igualmente animados. À tarde, uma roda de samba e pagode, com a Banda AdSamba no comando! A partir das 18h, com a chegada da noite, a dupla Rian Girotto e Henrique comanda o Boteco Sertanejo! Até lá eu vou contando mais novidades… Outras só vai ver quem for…

Feijão Cola Na Manu, entrando para o calendário das melhores festas da região! ANOTA Aíiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!

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