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16 set Sejamos mais felizes

imageAqui, cada dia é um dia. E tudo passa. Os dias ruins também passam. E os dias bons também. A gente só tem que aprender a viver bem respeitando nossos sonhos e vontades. Com responsabilidades, mas para hoje. Tentar tirar os excessos também. Mágoas, ressentimentos, cansaços e tristezas. Todos temos dias péssimos. A gente só não pode fazer disso um hábito. Todos temos fases negras. A gente só não pode fazer dela um hábito. Desapegar do que é bom é mais fácil que desapegar do que é ruim. Se a gente não parar pra observar, passa uma vida toda apegado a alguma desculpa para não ser mais leve e mais feliz. As mortes súbitas nos fazem refletir muito. Não é fácil para quem fica. Mas de alguma forma, Deus colocou aquela história na vida da pessoa para um aprendizado. A grande sacada talvez seja descobrir qual. Ou não… São as buscas que nos movem!!!

13 set Desculpe o transtorno, preciso falar do Gregorio

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Conheci você na internet. Acompanho suas opiniões, embora não concorde com todas. Li o seu texto sobre a Clarice. O texto sobre o amor que os uniu, ainda que por um tempo. Não chorei, como boa parte da mulherada que sigo no twitter e no face. Nem lamentei o término do seu relacionamento com a Clarice, caso a sua intenção velada seja comovê-la de alguma forma. Também não fiquei curiosíssima sobre o filme, caso suas belas palavras seja promovê-lo. Eu apenas suspirei profundamente, devagarinho, tendo a grata certeza de que eu não estou errada: amar vale à pena, e ainda existem homens que também pensam assim espalhados pelo mundo!

Aos 35 anos a gente se permite errar, acertar, rever, ir, voltar, mudar de opinião, terminar relacionamentos mornos, virar o jogo e virar a mesa quantas vezes forem necessárias. O que a gente não se permite mais é ficar infeliz! Estar infeliz! A conta é simples: para cada dia vivido de forma errônea, um dia a menos de felicidade! Permita-me uma dose generosa de sensatez absoluta: desamor não orna nas páginas da minha história de vida! Pelo jeito, na sua também não!

Eu morro um pouquinho por dentro quando assisto a essa dança das cadeiras ensandecida a que muita gente se permite para não estar só. E morro mais um pouquinho quando vejo ou escuto os “garotões” da minha idade enchendo o peito para narrar suas aventuras quantitativas, sem sensibilidade alguma. Dias bons ao lado de pessoas interessantes virou utopia para as sonhadoras como esta que vos escreve, mas apenas na mente tacanha dos desacreditados. “Amor de verdade não existe mais”, escutei dia desses, de uma amiga. Não discuti. Experiência é algo individual, e nem todas são para todos os ouvidos.

Sabe, Gregorio, talvez você nunca leia o meu texto, mas eu gostaria muito que você não escrevesse sobre o motivo que os fez terminar. Não satisfaça a curiosidade alheia, jogando no chão um sentimento que foi tão bonito. Amor dos bons existe para que a gente guarde para sempre e o tenha como parâmetro para não se envolver em algo menor do que a gente quer ou merece. Alguns viram músicas, outros viram filme, e alguns viram textões na internet. E se alguém te chamar louco, ou sonhador, sorria e siga, apenas. E se entregue ao próximo. Aqui para nós, AMOR é sentimento vital e exclusivo dos corajosos. Ah, já ia me esquecendo: há alguns anos eu tatuei a palavra CORAGEM no corpo…

08 set Defeitinhos personalíssimos

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Quando a gente entrelaça a vida na vida de alguém a gente perde um pouco as rédeas. E para completar esse jogo sólido de sentimentalidades, a gente também não sabe muito bem ‘o que vem’ de lá. Por vezes somos imensamente felizes, noutras apenas contentes, e algumas delas (quem nunca?!), a gente só deixa rolar para passar o tempo mesmo. E quer saber? Que coisa chata essa mania humanamente impossível de querer entender sempre!

 

A vida é uma eterna criança buscando aconchego, e os sentimentos, no fundo, um tanto rebeldes. “Se faz sentir, faz sentido”, li por aí. É isso, moça! Repete, repete muito! Mantra! Fórmula do sucesso, como dois e dois são cinco, e quem é que pode, em pleno século XXI, julgar alguém por seus excessos?

 

Adoro os defeitinhos da minha personalidade. Não sou fácil. Sei que não sou. Mas não sou falsa também. Tenho uma agonia intensa com hipocrisia, e talvez venha daí a minha facilidade em pedir desculpas. Rever posturas. Voltar atrás. Escutar melhor. Me (re) convencer de algo. Não tenho vergonha dos meus recuos na trajetória da vida. Vergonha é caminhar com os pés latejando, onde não lhe cabe. Tropeçar nos próprios desafetos.

 

Adoro meus defeitinhos personalíssimos e os encaro de frente pro espelho quase sempre, inclusive de olhos fechados. Doer, dói, mas nada que uma boa dose de bom senso não resolva. Não há perfeição neste ambiente chamado Terra, e se houver, um dia, que eu não tome mesmo conhecimento. Tudo o que não é passível de equívocos entedia. Todos, também…

05 set O que você está fazendo com o seu tempo de vida?

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As pessoas correm tanto todo dia e não percebem que o tempo também está passando. Passam os dias tentando chegar na hora certa, sem pensar que uma hora do dia devia, pelo menos ser dedicada a elas mesmas. Mas isso adiam. Dia após dia. Passam o tempo pensando em resolver problemas, em ganhar a vida, em ter mais. Esquecem em dar uma pausa para o que aflige e aproveitar o que têm de escancarado para ser vivido aqui e agora: a magia de estar vivo e só. Esquecem que ganhar mais não vai fazê-las mais felizes. E que talvez ganhar mais não tenha nada a ver com dinheiro. E que quando estamos bem e damos nosso melhor, as coisas vêm e acontecem. Que trabalho tem a ver com amor. E que amor é o que sustenta todos os alicerces de nossa felicidade. Amor por si mesmo, amor pela natureza, amor pela família e claro, o amor romântico.
Esquecem o quanto o romantismo é importante e o quanto amar na superfície é insuficiente. Esquecem que os outros são coadjuvantes, que a opinião alheia é insignificante e que ligar para isso é pausar a própria vida. É preciso mais que isso. É a intensidade que move a vida. É a coragem de abraçar aquele feixe de luz incerto, mas que te incendeia por dentro. É a coragem de se jogar a novas oportunidades, a novos amores, a novas aventuras. Paradoxo pensar que parar, não pensar muito e seguir o coração seja tão contraditório para a maioria que pensa demais, que já nem sabe o que é coração e nem o que é fazer uma pausa. Mas uma coisa é verdade: quanto mais se pensa em problemas, mais problemas você cria. Quanto mais se pensa no passado, menos se vive o presente. E quem vive planejando o futuro deve lembrar que muitas coisas são para agora. O tempo está passando. A vida continua seguindo seu curso. E você vai ficar onde nisso tudo? As pessoas correm contra o tempo, mas na verdade, quem corre é o tempo e não as pessoas. Dê o sentido que a sua vida merece, antes que de repente, você se dê conta que as boas oportunidades passaram, porque você estava ocupado demais não vivendo. Desculpe minha pressa, mas não adio nada que faz meu coração vibrar.

Texto da Carolina, que assina o BYNINA. Aqui a fanpage e o insta!

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