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17 abr Deus, dá uma amenizada aí!

 

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Eu poderia começar essa história escrevendo “das coisas que só acontecem comigo”, mas só seria cômico se eu não estivesse de fato preocupada! Cria-se um grupo no WhatsApp com a turma do colégio. Aproveita-se a visita de alguns à região e marca-se um encontrinho. Uma amiga puxa a fila das lembranças, pessoalmente: “Mano, lembra de um Halloween que você fez no terraço do seu prédio? A gente devia ser sétima, oitava série! Nas escadas tinham umas abóboras com velas dentro, tudo bem arrumado!” (NÃO, EU NÃO LEMBRAVA! Até o dia de ontem eu tinha a CERTEZA de que tinha sido uma criança tímida, recatada e do lar!) “ACHO que era pra ser uma festinha da sala, mas tinha gente de QUASE TODOS OS COLÉGIOS DA CIDADE!”

Já deitada, quarto escuro, me senti um pouco incomodada. Entrei em contato com Duda, com quem mantenho maior aproximação até hoje: “Oh Eduarda, eu tô reflexiva viu?! Na minha cabeça a gente tinha começado a fazer festas e jornal bem depois!” Eis que ela me responde: “Mirmã, no Divina Providência você fazia jornalzinho no MIMEÓGRAFO, era uma confusãaaaao quando saía! Essa fase que você lembra, de jornal diagramado e festa grande, que a gente lotaaaaava a boate, a gente já estava mocinha, estudando no Eficaz! Ou você tá esquecida que mudamos de colégio porque perdemos o ano?”

Rolei para um lado da cama, nada de sono. Rolei para o outro, nada. Decidi levantar. Me certifiquei de que todos dormiam. Fui à cozinha, abri a dispensa e peguei dois punhados de milho de pipoca. Voltei para o quarto. Salpiquei o milho no chão e ajoelhei em cima deles. Em voz alta, supliquei: “Senhor! Te entrego meu destino e confio em ti, mas quando for me mandar uma filha, peço que dê uma amenizada! Se ela for muito parecida comigo, NUM VÔ DÁ CONTA NÃAAAO!”

07 abr Jornalistas: sigo torcendo por nós

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Se eu tivesse uma pequena noção de tudo que iria acontecer desde que escrevi “meu primeiro jornalzinho”, o Babadão, ainda láááá na época da escola (mais especificamente no dia 03 de agosto de 1998), com certeza faria tudo novamente! E, embora Publicitária por formação, me sinto jornalista na prática (e na paixão!). Porque escrevo, posto, publico, gravo, fotografo com a alma, e me sinto livre para fazer isso em sua essência. Escrever o mundo é mostrar o seu mundo a alguém. Ou a sua forma de pensá-lo, de senti-lo, de vive-lo, embora o jornalismo em si peça uma generosa dose de imparcialidade.

 

Ser jornalista é vivenciar os fatos do cotidiano e conta-lo por aí, seja na TV, no rádio, nos blogs de notícias, nos jornais impressos etc. E não há, para esta que vos escreve, o jornalismo sem crise, afinal a minha forma de contar uma história jamais será exatamente igual à forma dos demais, ainda que compartilhando o mesmo espaço e tempo. Talvez esteja aí, inclusive, a grande pimenta da moqueca!

 

O que eu desejo aos jornalistas de ontem, de hoje e de sempre? CORAGEM! Coragem para enfrentar todas as crises, sejam elas profissionais, pessoais ou institucionais! Vivemos, talvez, um dos momentos mais delicados da profissão, mas um divisor de águas para os mais sensatos. Para aqueles que têm a mínima noção do que estão “passando” para o mundo, independente do veículo. Para aqueles que conhecem o verdadeiro sentido do jornalismo, e que até quebram as regras profissionais preestabelecidas, mas com consciência do bem comum a que estão submetidos. Fácil? Não é, sabemos disso. Mas, acreditem, não é impossível…

 

Sigo torcendo por nós!

06 abr Tudo pronto para a Delux Fantasy em Itabuna

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Para quem está em Itabuna, o final de semana promete. A dupla Angela Muniz & Betania Macedo está com tudo pronto para a Delux  Fantasy, que acontece no Clube Cidadelle, nesta sexta-feira, 07 de abril.

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A Banda Via de Acesso promete sacudir o espaço, que terá buffet open e outras surpresinhas. “Estamos preparando tudo com muito carinho e cuidado, para que o evento entre no calendário das grandes festas da cidade”, me confidenciou Angela recentemente.

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A mulherada, como sempre, naquele vuco-vuco da escolha e produção das fantasias. São tantas opções hoje em dia à nossa disposição nos grandes armarinhos que isso já não é mais desculpa MESMO para tomar falta. A maioria desses acessórios da imagem acima, por exemplo,  pode ser encontrado com muita facilidade. (Na Le Biscuit também, migas! #ficadica)

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As mais sofisticadas podem seguir a tendência do baile de carnaval da Vogue, campeã de looks maravilhosos e babados em São Paulo, geralmente uma semana antes do carnaval oficial. Brilho, máscaras e muito carão dão o tom de glamour. Fácil também, afinal toda mulher sempre tem um vestido maravilhoso em casa que só usou uma vez na vida, né non?

O mais importante mesmo é: aposte na alegria, no seu próprio estilo de vida e vá se divertir, porque a festa com certeza será um arraso!  

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