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19 abr Os nossos plantios não permitem ensaios

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Recentemente me mandaram um texto que dizia mais ou menos assim: “Quem planta tâmaras, não colhe tâmaras”, porque as tamareiras levavam de 80 a 100 anos para produzir os primeiros frutos. No texto, um senhor teria sido visto plantando tâmaras, e quando questionado sobre o plantio, já que provavelmente não estaria vivo para colhê-las, respondeu que se todos pensassem assim ninguém jamais colheria e experimentaria as mesmas.

Eu devo ter passado uns dias pensando em sua paciência, mas sobretudo na dedicação com o outro. Ainda que os ensinamentos que nos são ofertados diariamente, desde os primeiros momentos de vida, seja de que a compaixão e o coletivo precisam ser maiores que qualquer gesto individual, vai se tornando cada vez mais difícil pensar (e agir) assim nos dias atuais. Ler os discursos de ódio e conviver com a mediocridade alheia leva embora a nossa cota pessoal de paciência e tolerância. Economia “de adubos” é o sentimento de ordem, ou vou acabar sem!

Penso que “quem planta tâmaras colhe tâmaras” sim. Aquilo que você despeja, aquilo que você grita, aquilo que você deseja ao outro retorna na velocidade da luz, e sendo um pouquinho mais moderna, via wi-fi. Toma lá, dá cá. Simples e seco. Puro e na lata, para doer mesmo. Sigo (e seguirei) pautada no bem, e peço a Deus que coloque nos meus caminhos apenas o que for me fazer feliz. Planto minhas tâmaras diariamente, e quanto percebo que plantei limão e causei uma espécie de indigestão a alguém, volto atrás, peço desculpas. Faço o que estiver ao meu alcance. O que eu não posso, de verdade, é ferir o meu EU para agradar. Planto tâmaras, mas isso não quer dizer que o suficiente para alimentar dois ou três.

18 abr Maison Fiorella Delux é a nova queridinha da mulherada de Itabuna e região

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Fiquei passada por não estar na inauguração. Como assim, todo mundo vai conhecer antes de mim?! A vida tem dessas coisas, já dizia uma pensadora contemporânea que lançou o primeiro livro láaaaa em 2014! Hahahaha! Massss, assim que deu eu fui conferir tudinho!

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A loja está simplesmente um escândalo! Ampla, com uma iluminação bombástica, e com um Mix de opções de deixar qualquer mulher enlouquecida!

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Um belíssimo vestido luxuoso me chamou atenção, e sim, na Maison também há um acervo para festas, mas que fica guardadinha, basta a cliente sinalizar que gostaria de olhar. Peças únicas e guardadas discretamente garantem a exclusividade da mulher num casamento, formatura Etc. Grande sacada! “E esses móveis em demolição?”, perguntei a Waleska Deprá, uma das sócias, e fui surpreendida. “Estão à venda, inclusive sob encomenda! As peças para decor, luminárias, tudo para deixar a sua residência ainda mais linda! Levando em consideração o espaço vender coleções de sapatos e bolsas também, acredito que seja a Maison mais completa daqui”. E é!

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Falou em sapatos e bolsas, falou no meu ponto fraco. Aproveitei e fotografei as mais mais da nova coleção: um luxo! As botas, queridinhas do inverno, já chamam atenção pela diversidade de modelos, completando o look para os arraiás (O Cola Na Manu será no dia 19 de maio) e forrós da vida!

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Às sócias Waleska e Liliane Matos, muito sucesso! A Michella Franco, gerente, o meu muito obrigada pelo atendimento de sempre!

A Maison Fiorella Delux fica na Rua Pernambuco, número 525, Bairro Jardim Vitória. Entrando (ou saindo) no Shopping Jequitibá pelo Bompreço, com certeza a loja é a esquina mais linda!!!

 

17 abr Deus, dá uma amenizada aí!

 

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Eu poderia começar essa história escrevendo “das coisas que só acontecem comigo”, mas só seria cômico se eu não estivesse de fato preocupada! Cria-se um grupo no WhatsApp com a turma do colégio. Aproveita-se a visita de alguns à região e marca-se um encontrinho. Uma amiga puxa a fila das lembranças, pessoalmente: “Mano, lembra de um Halloween que você fez no terraço do seu prédio? A gente devia ser sétima, oitava série! Nas escadas tinham umas abóboras com velas dentro, tudo bem arrumado!” (NÃO, EU NÃO LEMBRAVA! Até o dia de ontem eu tinha a CERTEZA de que tinha sido uma criança tímida, recatada e do lar!) “ACHO que era pra ser uma festinha da sala, mas tinha gente de QUASE TODOS OS COLÉGIOS DA CIDADE!”

Já deitada, quarto escuro, me senti um pouco incomodada. Entrei em contato com Duda, com quem mantenho maior aproximação até hoje: “Oh Eduarda, eu tô reflexiva viu?! Na minha cabeça a gente tinha começado a fazer festas e jornal bem depois!” Eis que ela me responde: “Mirmã, no Divina Providência você fazia jornalzinho no MIMEÓGRAFO, era uma confusãaaaao quando saía! Essa fase que você lembra, de jornal diagramado e festa grande, que a gente lotaaaaava a boate, a gente já estava mocinha, estudando no Eficaz! Ou você tá esquecida que mudamos de colégio porque perdemos o ano?”

Rolei para um lado da cama, nada de sono. Rolei para o outro, nada. Decidi levantar. Me certifiquei de que todos dormiam. Fui à cozinha, abri a dispensa e peguei dois punhados de milho de pipoca. Voltei para o quarto. Salpiquei o milho no chão e ajoelhei em cima deles. Em voz alta, supliquei: “Senhor! Te entrego meu destino e confio em ti, mas quando for me mandar uma filha, peço que dê uma amenizada! Se ela for muito parecida comigo, NUM VÔ DÁ CONTA NÃAAAO!”

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