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05 set O que você está fazendo com o seu tempo de vida?

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As pessoas correm tanto todo dia e não percebem que o tempo também está passando. Passam os dias tentando chegar na hora certa, sem pensar que uma hora do dia devia, pelo menos ser dedicada a elas mesmas. Mas isso adiam. Dia após dia. Passam o tempo pensando em resolver problemas, em ganhar a vida, em ter mais. Esquecem em dar uma pausa para o que aflige e aproveitar o que têm de escancarado para ser vivido aqui e agora: a magia de estar vivo e só. Esquecem que ganhar mais não vai fazê-las mais felizes. E que talvez ganhar mais não tenha nada a ver com dinheiro. E que quando estamos bem e damos nosso melhor, as coisas vêm e acontecem. Que trabalho tem a ver com amor. E que amor é o que sustenta todos os alicerces de nossa felicidade. Amor por si mesmo, amor pela natureza, amor pela família e claro, o amor romântico.
Esquecem o quanto o romantismo é importante e o quanto amar na superfície é insuficiente. Esquecem que os outros são coadjuvantes, que a opinião alheia é insignificante e que ligar para isso é pausar a própria vida. É preciso mais que isso. É a intensidade que move a vida. É a coragem de abraçar aquele feixe de luz incerto, mas que te incendeia por dentro. É a coragem de se jogar a novas oportunidades, a novos amores, a novas aventuras. Paradoxo pensar que parar, não pensar muito e seguir o coração seja tão contraditório para a maioria que pensa demais, que já nem sabe o que é coração e nem o que é fazer uma pausa. Mas uma coisa é verdade: quanto mais se pensa em problemas, mais problemas você cria. Quanto mais se pensa no passado, menos se vive o presente. E quem vive planejando o futuro deve lembrar que muitas coisas são para agora. O tempo está passando. A vida continua seguindo seu curso. E você vai ficar onde nisso tudo? As pessoas correm contra o tempo, mas na verdade, quem corre é o tempo e não as pessoas. Dê o sentido que a sua vida merece, antes que de repente, você se dê conta que as boas oportunidades passaram, porque você estava ocupado demais não vivendo. Desculpe minha pressa, mas não adio nada que faz meu coração vibrar.

Texto da Carolina, que assina o BYNINA. Aqui a fanpage e o insta!

03 set Mulheres sempre sentem muito

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O face e suas boas recordações. Eu particularmente adoro, porque me faz voltar no tempo e recordar dias bons e sentimentos ídem. Essa semana, por exemplo, o face me recordou um texto que postei logo abaixo, “Mulher que sente: nostalgia”, escrito há dois anos. Isso: há doooois anos. Não me recordo exatamente o que andava acontecendo na época, mas sei o que estava sentindo. Talvez esteja sentindo o mesmo hoje em dia, talvez não. Mulher sempre sente e sente muito. Ou pelo menos a maioria delas…

 

O projeto “Mulheres que sentem” era do blog da Juliana Manzatto, de Campinas, que hoje se chama Cotidiano Dela. Naquela época eu já assinava meus devaneios, mas quase nunca compartilhava na minha cidade ou entre os meus. Uma censura insuportável que acompanha as escritoras de cidades do interior como esta aqui, mas a maturidade vai nos fazendo soltar as amarras e os excessos. Somos todos personagens no palco da vida, mas dificilmente somos dois ou três. Sinceridade sempre foi o meu ponto forte, e eu sempre me cobrei isso: assumir-me!

 

Essa montagem acima traz a Ju, a Barbara do Obrigada, De Nada, o Rafael do Precisava Escrever, e outras personalidades do universo literário atual, nascidos na internet. Esse evento aconteceu em Sampa, há pouco mais de um ano, e de lá muita conta mudou e aconteceu, mas a minha alma de artista nunca se foi. E jamais irá…

01 set Mulher que sente: nostalgia

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Se alguém me perguntasse hoje do que mais sinto nostalgia, aquela tristeza causada pela saudade, minha resposta seria uma só: da ingenuidade de ser menina. Daquela fase em que se fantasia o amor, fantasia a rotina diária ao lado de quem amamos, daquela mania absurda que a gente tem, quase sempre quando adolescentes, de acreditar que só sentimento basta para ser feliz. Tolinha que fui. Um sentimento verdadeiro é de fato a grande dose, mas não o único ingrediente.

 

Sinto uma saudade absurda de acreditar em tudo o que leio, em tudo o que escuto, em tudo o que vejo. O tempo e as experiências tiram aquela vendazinha cor de rosa da vida, e os nossos olhos começam a sentir a necessidade de estar em sintonia com a razão, nossos sentidos começam a sentir a necessidade de coerência. E é aí que mora o perigo: quando a gente começa a pensar duas vezes antes de se atirar aos arroubos de um outro amor.

 

Nostalgia dos sonhos. Das nuvens em forma de coração, das flores sem datas específicas, dos emails trocados diariamente e que finalizavam sempre com um “O amor da vida da gente é um só, e o meu é você!”. Mas e aí, quando ele acaba? Ah, que saudade que eu sinto da época em que acreditei, com todas as forças que uma menina-mulher poderia acreditar, que Amor quando escrito com letra maiúscula, nem o tempo seria capaz de apagar.

 

Não quero viver de lembranças, não quero viver do que não foi. Não quero me fechar também numa conchinha e achar que ela seja incapaz de produzir novas pérolas. Mas aquela inocenciazinha, aquela fantasia de amor incondicional, de alguma forma a gente só sente uma vez. E depois, claro, morre de saudades. É que a vida, meu amor, a vida é realidade. Avante!

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