Home - Manuela Berbert
15339
home,paged,page-template,page-template-blog-large-image-whole-post,page-template-blog-large-image-whole-post-php,page,page-id-15339,paged-34,page-paged-34,ajax_fade,page_not_loaded,,qode-theme-ver-2.0,wpb-js-composer js-comp-ver-4.7.4,vc_responsive


21 ago Tem uma nova geração aí!

gerac3a7c3a3o-de-adorares
Tem uma nova geração arregaçando as mangas em todas as áreas, e eu estou falando muito mais em empenho e dedicação do que em indicação. Estou falando em trabalho e não em emprego. Estou falando em esperança, e não mais do mesmo. Tem uma nova geração criando asas e falando alto, e é preciso perceber e escutar. Tem uma nova geração querendo entrar!

 

Tem uma nova geração na educação. Quem diria, na educação! Tem uma nova geração recém-formada, emendando pós-graduações e mestrados, querendo ensinar. Tem uma nova geração sabendo passar! Tem uma nova geração sabendo melhor falar!

 

Tem uma nova geração na saúde também, basta observar. Tem uma nova geração cheia de gás na assistência, e na gestão do cuidar. Tem uma nova geração se escutando e sabendo melhor lidar. Tem uma nova geração vasculhando exatamente quais projetos se deve abraçar. Tem uma nova geração empenhada em diminuir os custos e a produção aumentar!

 

Tem uma nova geração também na política querendo lugar. Uma nova geração com um novo olhar. Uma nova geração querendo um espaço para melhor buscar. Uma nova geração querendo ser grande para liderar. Tem uma nova geração para Itabuna salvar. Sem dúvida alguma, a gente precisa apoiar!

 

Tags:

17 ago Profissão: motorista!

motorista-689x294
Chega uma hora que alguns papéis se invertem um pouco na vida da gente. Muitos deles, na verdade. Um dos, para muita gente, é o papel de filho. Você vira um pouco “mãe-irmã-amiga-confidente-testemunha” dos pais, e ainda que os seus próprios afazeres do dia a dia ocupem sua mente e rotina, se fazer presente de alguma forma é inevitável. Até porque eles falam a mesma coisa duas, três vezes. Citei que a gente vira motorista? Ahhhh, a gente vira! Querendo, não querendo, reclamando, achando bom, o que a gente não consegue é dizer não, porque os apelos emocionais são fortíssimos. “Ahhh, minha irmã, eu era feliz quando dirigia!”, lamentam elas em voz alta, ao telefone, para que você escute láááá do seu quarto…

 

Leva ali, busca ali. Leva ali novamente, e fica de sobreaviso no celular, caso ela não tenha uma carona de volta. “Mainha, pega um taaaaaaxi, pelo amor de Jesus!” “Menina, eu esqueço dos taxis!”, com a maior cara lisa do mundo, no fundo querendo mesmo é aquela caroninha, malandramente providencial, no meio de uma tarde de trabalho. Ahhhh, as mães…

 

Nessas idas e vindas eu escuto é coisa. Tem dias que os meus próprios devaneios até me impedem de prestar atenção nos milhões de assuntos intermináveis, mas noutros, sou toda ouvidos. E, de vez em quanto, opinião nos bate-papos. Porque as mães idosas não andam sozinhas, claro. “Dá pra pegar fulana antes de ir?” E eu que negue!

 

Nove da noite, parto para buscá-la num encontro mensal com as amigas numa pizzaria. (Muito bom vê-la retomando sua rotina, devagarinho!). Para minha surpresa, vem apenas a mesma e mais uma. Sigo escutando. “Amanhã tem uma oração na casa de fulana!”, e eu já começo a entender a indireta diretíssima. Papo vai, papo vem, elas lamentam o comeciiiiiiiiiiiinho da ausência de uma das senhoras que frequenta as reuniões. “Mas também, MARIQUINHA* ESTÁ FICANDO VELHA, a gente entende!”. Lembrando da fisionomia de Mariquinha*, ouso perguntar: “Oh Minha Mãe, quantos anos Mariquinha* tem, pelo amor de Jesus?”. Respirou, disfarçou olhando uma moto que vinha na contramão, e falou baixinho, para que passasse desapercebido: “FEZ CENTO E UM!!!”.

wordpress theme powered by jazzsurf.com